domingo, 29 de dezembro de 2013

A tentativa de resgate do cavalo "Gaúcho"!

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Hoje fizemos uma diligência com a Polícia Ambiental Militar para apreender este cavalo em situação de maus tratos (escoriações por todo corpo..., peso abaixo do aceitável, cascos com colchonilha, etc) explorado por carroceiros no bairro Glória/BH (ao lado do aterro sanitário). Com a ajuda da drª Flávia Quadros que fez a avaliação técnica para apreensão do cavalo, foi definida então a apreensão do cavalo. Porém, após várias tentativas, não conseguimos carretar o "Gaúcho" no caminhão. Inicialmente tudo corria bem, mais depois os carroceiros ficaram mais exaltados. Voltaremos depois do feriado para nova tentativa, desta vez com a carretinha que é mais baixa e tem rampa para transbordo. Precisarei para isso da ajuda de alguém com carro com engate. Após o resgate precisaremos de ajuda para bancar o aluguel da baia no rancho onde ele ficará até sua recuperação. Por favor ajudem! Este pobre não pode continuar sofrendo.


Foram quatro horas esperando a viatura da PM Ambiental e nas tentativas de acarretar o cavalo...

















quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Jornal Estado de Minas - 28/10/2013

Adoção é difícil para muitos animaisNa maioria dos casos, quem adota quer filhote e de raça. À medida que o tempo passa fica mais difícil para famílias aceitarem os bichos

Publicação: 28/10/2013 06:00 Atualização: 28/10/2013 08:28

Jefferson da Fonseca Coutinho
                    Há 35 anos, ativista Franklin Oliveira abriga em casa os bichos

São 58 cães e 21 gatos à espera de um novo lar. Alguns esperam por um dono amigo por mais de 15 anos. Como Jeanhy, de 16, desde filhote sob os cuidados do ativista Franklin Oliveira. “Ela é velhinha. Ninguém quer. À medida que o tempo passa fica mais difícil. Na maioria dos casos, quem adota quer filhote e de raça”, lamenta. Desempregado, Franklin tem se desdobrado para manter o casarão alugado, especialmente, para abrigar os bichos.

Aos 45 anos, o fundador do Núcleo Fauna de Defesa Animal conta mais de três décadas de dedicação aos animais. “Começou em 1981, quando avicultores fizeram um manifesto na quaresma, queimando pintinhos vivos na Avenida Paraná, no Centro de BH. Aquela crueldade me marcou tanto que nunca mais consegui viver sem pensar na causa animal”, lembra.

Franklin não dá trégua ao poder público e está na Justiça contra a prefeitura pela morte, este ano, de quatro cães que estavam sob sua guarda. “Odete e Cindy foram mortas durante briga no canil municipal, e foi feita eutanásia em Fofão e Max, que não tiveram respeitado o direito ao exame da contraprova de leishmaniose”, lamenta.


No ano passado, Franklin também criticou a soltura de animais recolhidos nas ruas e que passaram por tratamento em região diferente da qual foram capturados, contrariando o termo de ajustamento de conduta firmado entre a prefeitura e o Ministério Público.
Para Franklin, os animais são a melhor parte da vida. Ele passa a maior parte do tempo rodeado pelos “melhores amigos” – em campo, recolhendo bichos em apuros ou promovendo feiras de adoção. O ativista não perdoa quem os abandona. No casarão, chamado “casa de passagem”, ainda há muito a fazer. Ele fala dos planos de canil com divisões que facilitarão a presença de visitantes e a lida com os animais. Por ora, a preocupação principal é arranjar o dinheiro para o aluguel de R$ 2,5 mil mensais.

O QUE DIZ A LEI

Maltratar é crime. Tramita no Senado desde junho de 2012 o projeto do Novo Código Penal, que propõe aumento das penas para quem maltratar animais (um a quatro anos de prisão) e cria novos tipos penais como rinha (com pena de dois  a seis anos), transporte inadequado (um a quatro anos), abandono (um a quatro anos) e omissão de socorro (um a dois anos). Atualmente, a Lei Federal 9.605/98 prevê de três meses a um ano de prisão para quem maltratar os bichos. O Brasil também tem o Estatuto Nacional de Proteção Animal, que determina multas de cinco a 50 salários mínimos para quem maltratar, deixar de prover a subsistência do seu animal, utilizar bichos em rinhas ou para atacar outras pessoas, utilizá-los em pesquisas biológicas e biomédicas e praticar assassinatos sem aplicar os princípios da morte sem sofrimento.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Uma questão: Como descoberto recentemente que o Instituto Royal tinha alvará para funcionamento de um canil, muitos outras instituições estão em situação irregular! A Maioria dos laboratórios de pesquisas e biotérios onde são realizadas pesquisas e aulas experimentais em faculdades de medicina, agronomia, medicina veterinária, biologia, entre outros, são irregulares! Não cumprem o estabelecido pela Lei Arouca - 11.764/98 que em seu em seu art. 8º , a composição da CEUAs (COMISSÕES DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS) devem obrigatoriamente manter um membro de entidade de proteção aos animais (art. 8º - III – 1 (um) representante de sociedades protetoras de animais legalmente estabelecidas no País, na forma do Regulamento.). Qual o limite da ética, uma vez que a maioria dos testes e experimentações, já foram publicados em revistas e sites especializados e são conhecidos pela comunidade cientifica? DESTA FORMA, COMO CIDADÃO, EU FRANKLIN SOARES DE OLIVEIRA, DEFENSOR DOS ANIMAIS, COORDENADOR DO NÚCLEO FAUNA DE DEFESA ANIMAL- NFDA, QUERO SABER QUAL ONG ESTÁ REPRESENTADA NA CEUA DO INSTITUTO ROYAL???? E NOS DEMAIS CENTROS DE PESQUISA E UNIVERSIDADES? AQUI EM MINAS, UFMG, PUC, FEAD, E OUTRAS UNIVERSIDADES ESTÃO EM ACORDO COM A LEI? OS LABORATÓRIOS DA FUNED, RENÉ RACHOU, UFMG, E OUTROS, SEGUEM O DETERMINADO EM LEI? COMO ATIVISTA HÁ 33 ANOS NA DEFESA DOS ANIMAIS E CONHECEDOR DE TODAS AS ONGS DE DEFESA DOS ANIMAIS NO ESTADO, DESCONHEÇO ONGS OU ASSOCIAÇÕES DE DEFESA ANIMAL AQUI QUE COMPÕE AS CEUAs DESTAS E OUTRAS INSTITUIÇÕES! PELO CONTRÁRIO, JÁ FUI INFORMADO QUE ONG'S "LARANJAS" FORAM CRIADAS JUSTAMENTE PARA CONSTAR EM ALGUNS CEUAs. CONCLAMO O MINISTÉRIO PÚBLICO DE DEFESA DA FAUNA, A INVESTIGAR ESTAS INSTITUIÇÕES! Recebi a informação de que a FEAD não usa ainimais em testes, não tem ratos pra aula de fisiologia e etc São utilizados cadáveres de caes quem vem da zoonoses ou que os proprietarios doam do hospital.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

A CIÊNCIA PODE ABOLIR A EXPERIMENTAÇÃO EM ANIMAIS!!!

Conclusão do cientista, autor de várias pesquisas e livros sobre experimentação animal, dr. Ray!!!
FAÇO AQUI UMA PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR!!!

Tem sido dito por diversas autoridades que o Laboratório do Instituto Royal está devidamente legalizado e que segue todos os preceitos e normas legais para o uso da experimentação em animais. Sendo assim, conforme estabelecido na Lei Federal 11.794/08, em seu art. 8º , a composição da CEUAs (COMISSÕES DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS) devem obrigatoriamente manter um membro de entidade de proteção aos animais (art. 8º - III – 1 (um) representante de sociedades protetoras de animais legalmente estabelecidas no País, na forma do Regulamento.).

DESTA FORMA, COMO CIDADÃO, EU FRANKLIN SOARES DE OLIVEIRA, QUERO SABER QUAL ONG ESTÁ REPRESENTADA NA CEUA DO INSTITUTO ROYAL????

 
 

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