quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Resgate do "Gulliver", o cão agredido com uma pedrada no olho...


UM GRITO DE DOR EM FAVOR DESSE CÃOZINHO QUE LEVOU UMA PEDRADA NO OLHO.

No sábado, após receber um pedido de socorro do Rui para um cão que aparecera perambulando pelo bairro Santa Cruz com um enorme ferimento na face, fui pra lá com o Edson. Percorremos com o Rui o bairro na espectativa de encontrar o peludo. Quando o encontramos perto de uma vila, não acreditei no que via. O ferimento havia consumido o olho dele e miíses (bicheira) caiam de sua face. Segundo garotos que moram perto, um homem havia jogado uma pedra no olho dele que começou a sangrar. Depois disso ninguém mais condeguiu por as mãos dele. Iniciamos então uma opreção para cercá-lo, pois ele estava muito agitado (não era para ser diferente). Consegui laça-lo com meu cinto e o levamos para a Clínica Veterinária Cães e Amigos (BH) onde esta internado. Será operado assim que diminuir a infecção. Precisarei da ajuda dos amigos para bancar mais este peludo, pois como vcs sabem estou endividado com vários outros animais internados. Peço então a quem quiser ajudar que se manifeste, ou se preferir deposite qualquer quantia nas contas abaixo.
CEF - Agência: 2333 - Operação: 001 - Conta corrente: 45001-9
Banco do Brasil - Agência: 3857-1 - Conta corrente: 20.022-0
Itaú - Agência: 0637 - Conta corrente: 62754-8
Muito obrigado!
Franklin Oliveira - franklineumassis.blogspot.


quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Boa Notícia: cadelinha Pequinês idosa abandonada no Mangabeiras adotada pela minha amiga Isabel!!!


Ontem acompanhei a Silvana até a casa da minha amiga Isabel. Ela com seu imenso e generoso coração decidiu adotar a pequinês que agora se chama Stela. Amanhã fará outros exames mais específicos. Estamos desconfiados de que lea enxergue um poupo de um dos olhos.
Obrigado a todos!!!
"Esta cadela pequinês foi encontrada pelo Sr Valtencyr que é vigia da rua, há duas noites passadas no alto das mangabeiras, onde a Silvana trabalha. Ela não enxerga, não escuta direito e estava faminta. Mal andava, sabe-se lá que maltratos recebeu e foi descartada no final de sua vida. E docil e carinhosa. Precisa de um teto com carinho. Uma família de verdade! Com urgência, pois os donos das casas próximas ja pediram aos vigias para "darem um sumico" nela". 
Pedimos a alguém de bom coração que ajude!   
Notícia Boa!

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Crônica de Dea Januzzi no Jornal Estado de Minas - "Cao de olhos amarelos."

Esta é a história do Lobo, publicada no Jornal Estado de Minas de domingo - 31 de julho. Ainda estamos em busca de uma família especial que o adote...
Franklin - Núcleo Fauna de Defesa Animal - NFDA
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Coração de mãe » Cão de olhos amarelos
Déa Januzzi - dea.januzzi@uai.com.br
EM - 31/07/2011
 

Ela sempre teve constrangimento em partir em defesa de cães, gatos e outros animais domésticos que hoje invadem os apartamentos das grandes cidades. Cães e gatos humanizados, sendo tratados com festas particulares de aniversário e lembranças de ossinhos de ouro para ofertar aos convidados. Ela não acha que um cão ou um gato deva ganhar mais afeto e direitos do que uma criança, mas o fato é que a vida urbana fez com que as pessoas se apegassem a um animal de estimação. Sei lá, se vazio ou solidão.

Tudo bem, porque todos sabem que a companhia de um cão para um idoso, por exemplo, é acolhedora. Um animal de estimação pode elevar o astral da casa e o espírito dos donos, como ocorreu com a lhasa apso Frida, que se tomou de amores pela velha senhora de 90 anos. Frida passou a protegê-la, não saía de perto da cadeira de balanço e rosnava para quem ousasse se aproximar abruptamente da velha senhora.

Ela sempre foi contra os exageros, como pôr sapatos nas patas dos cães quando vão passear nas ruas, vesti-los com roupas estranhas, parecidas com as de seus donos, e uma série de detalhes que dá arrepios, inclusive dormir na mesma cama que o animal.

A história de um cão abandonado, porém, arranhou os seus brios. Ela queria, de qualquer jeito, levá-lo para seu apartamento na cidade, adotar o cão de olhos amarelos. Ele recebeu o nome de Lobo, porque ninguém sabe o verdadeiro, e chegou há meses num condomínio da região de Sabará. Apesar da rejeição inicial, o cão ficava um dia na entrada de uma casa, em busca de alimento e afeto. Quando o morador viajava ou vinha para a capital, ele procurava outra casa para matar sua fome. Mas ninguém queria assumir os cuidados com o cão.

Lobo acabou arranjando abrigo na casa de uns jovens que o adotaram informalmente, mesmo sem condições e tempo para cuidar dele. O território de Lobo era o da porta da casa para fora, não obteve permissão para entrar, pois não sabiam se o cão estava doente ou não. Mas Lobo venceu todas as barreiras, inclusive a da rejeição de outros moradores do condomínio. Certo dia, um deles pôs Lobo no carro e o abandonou lá para os lados de Ravena, a 15 quilômetros de distância.

Guerreiro, Lobo percorreu os 15 quilômetros de volta até o condomínio. Voltou e se deitou exausto na varanda da casa. Emocionou a todos por sua garra e senso de orientação. Ele não precisou de bússola, de carro, de ônibus ou de carona. Disparou de volta. Enfrentou a noite, a BR-381, os caminhões na estrada, passou por outros animais mortos e descansou feliz na varanda.

Aquele cão valente descongelou os sentimentos dela, tocou emoções adormecidas. Ao voltar para BH, ela iniciou uma peregrinação pelas ongs que se dedicam aos cachorros abandonados, até chegar a Franklin Oliveira, de 42 anos e que há 30 se dedica à defesa dos animais. Desde criança, esse anjo da guarda dos animais é voluntário de uma causa que atualmente ganha visibilidade com a internet. Em sua casa, Franklin tem 67 cães e gatos abandonados que alimenta e mantém os animais, com o próprio salário, a ajuda de amigos e de parceiros sensíveis à proteção dos animais.

Convivendo diariamente com animais abandonados, vitimas de maus- tratos e até de crueldade, Franklin vê frequentemente cães serem jogados no  Rio Arrudas para que não consigam voltar para casa. Já viu cenas de perversidade com cães, gatos e outros animais.  Ele faz a sua parte e só pede às pessoas que tenhammais amor à vida por si próprios e pelos  seus  semelhantes.

Se vc não puder adotar um dos nossos protegidos, albergue provisoriamente, ou apadrinhe um deles.  


"Há quatro coisas que não voltam atrás:a pedra atirada,a palavra dita,a ocasião perdida e o tempo passado" 


terça-feira, 26 de julho de 2011

Agradecimento aos alunos do Colégio Santo Agostinho de Contagem pela parceria na realização da Feira do Melhor Amigo, pela substancial doação feita, e pela homenagem à este ativista, pelos trinta anos de dedicação na defesa dos animais....

Mês de julho completar-se-ão trinta anos de meu ingresso na defesa dos animais. Parece que foi ontém! Eu era um adolescente como vcs e sentia muito amor pelos animais. As vezes encontrava algum filhote abandonado ou ferido e saia em busca de alguém que pudesse tratar dele, ou o levava para casa.

Certa vez, quando estava expondo trabalhos artesanais na (Praça Afonso Arinos) que eu mesmo produzia nas aulas de artes do colégio Afonso Pena, onde estudava, passou por lá uma senhora chamada Denise Brescia. Ela admirava-se por que eu sempre levava meu gatinho, o "Rodok" para brincar na grama da praça, enquanto vendia meus trabalhos. Sempre me convidava para conhecer o “canil”, onde eles tratavam dos animais abandonados. Um dia a acompanhei junto com seu marido o falecido dr. Arnaldo. Estava de férias de escola e da Assprom onde era office-boy. Nunca mais abandonei a causa. Nesta entidade, fui voluntário por vinte anos. Lavava canis, enfermarias, dava banho nos animais, ajudava os veterinários, fazia de tudo um pouco. Fui fiscal de maus tratos, conselheiro fiscal, diretor, vice-presidente, presidente. Depois de tantos anos, participei de outros grupos, sempre como voluntário. Hoje, passados estes quase trinta anos, que alegria vivi ao conhecer vcs. Foi como encontrar um tesouro escondido numa ilha deserta.
Confesso que não vivia uma emoção assim, à muitos anos. Que alegria!!!
Todo o empenho de vcs em promover a Feira do Melhor Amigo na escola, e mais ainda em ajudar com a doação de ração e de dinheiro para pagar as clínicas veterinárias, foi comovente e para mim um prêmio.
Senti do fundo do meu coração que valeu a pena todos os esforços. Tudo que deixei de fazer em nome da causa, e tudo de que abri mão na minha vida pelos animais, valeu a pena!
Espero sinceramente que nossa parceria e amizade perdure para sempre. Que estejamos sempre unidos em prol daqueles que não falam como nós falamos, mas que sentem dor, fome, frio, sede e tudo o que sente um ser vivo, os animais.
Contem sempre comigo no que for necessário. Obrigado e mil vezes obrigado a vcs, por sentirem que os animais precisam de nós, assim como nós precisamos do sol para viver.
Platarforma Terráqueos, Grêmio, NFDA e todos os alunos do Santo Agostinho, muito obrigado!
Valeu!!!
Vcs são os valores humanos que o mundo precisa para melhorar.
Abraços sinceros!
Franklin Oliveira
P.S: Aleluia, Rejane, Luan, Bárbara, Andréia, Geraldo, e toda equipe do CSA, muitíssimo obrigado!


"Chegará o dia em que o ser humano conhecerá o intímo de um animal. E neste dia, todo crime contra os animais, será um crime contra a humanidade"
Leonardo Davinci 


"PARA MIM OS ANIMAIS IMPORTAM”

quarta-feira, 20 de julho de 2011

"Araguaia" a mula acidentada na rua Itapetinga, continua internada. Preciso de ajuda para custear as despesas...

Quinta-feira, dia 13 último, por volta de meio dia, a caminho da casa do Rui e Isabel para ajudar a vacinar a patota deles, me deparei com um acidente envolvendo uma carroça. No passeio uma mula jorrando sangue. Desci do ônibus onde estava e fui socorrê-la. O carroceiro discutia com a motorista que sengundo eles atropelara a carroça que virou e um parafuso perfurou a coxa atingindo uma artéria. A motorista dizia que ele era o responsável. Solicitei aos vizinhos próximos, faixas, algodão e espadrapo para estancar a hemorragia. Feito o curativo acionei a Zoonoses e pedi a Maria do Carmo (Gerente do CCZ) que disponibilizasse o caminhão para transportar a mula para a UFMG, que de pronto liberou o veículo. Enquanto aguardávamos o caminhão, acionei a PM para lavrar o B.O - Boletim de Ocorrência. Então, acarretamos a "Aragauia no caminhão e a levamos para o Hospital Veterinário da UFMG, onde foi suturuado o ferimento (alguns pontos na artéria e músculos atingidos). A mula que por sinal não apresentava sinais de maus tratos, ficará de repouso alguns dias no hospital da UFMG para recuperação e retirada dos pontos. Peço a ajuda dos amigos para custear as despesas da internação (que ficou no meu nome) da "Araguaia", pois o "dono" dela sr. Francieudo, não terá como bancar estas despesas e muito menos eu que estou com muitas dívidas em clínicas...
Muito Obrigado!
CEF - Agência: 2333 - Operação: 001 - Conta corrente: 45001-9
Banco do Brasil - Agência: 3857-1 - Conta corrente: 20.022-0
Itaú - Agência: 0637 - Conta corrente: 62754-8


 


 
                                                                                                                                                                            

sexta-feira, 1 de julho de 2011

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