Toda ajuda é benvinda!

INJUSTIÇA!!!

No dia 13 de agosto último, vivenciei a maior injustiça que poderia viver em toda minha vida. A Vigilância Sanitária com apoio de uma Oficila de Justiça e Policiais Militares, estiveram em minha casa para apreender meus animais com a força de um Mandado Judicial. Embora o Mandado do Juiz, dr. Pedro Alcantara, determinasse a entrada em minha casa para AVERIGUAÇÃO da situação de meus animais e apreensão dos que fossem encontrados em situação de maus tratos ou risco (se existissem), os apreenderam mesmo asim. Como não encontraram a situação descrita acima, levaram meus animais com o argumento de que estariam em lugar insalubre. Às 16:00 da tarde, era óbvio que encontrariam fezes e urina. Acordava todos os dia às 05:30 da manhã para lavar canis, áreas e os locais de circulação dos animais. Alimentava-os e partia para o trabalho (Secretaria Municipal de Meio Ambiente), de onde saía as 18:00 hs e seguia para casa, conde chegando próximo das 19:00hs, e a primeira coisa que fazia era trocar de roupa e lavar canis, áreas, alimentá-los e colocá-los para dormir, para então, somente após estas tarefas, me banhar e fazer minha refeição noturna. Foi assim por mais de vinte anos. Não tive direito à Advertência, Notificação ou Multa. O quê ocorre em processo normal que envolve as ações da PBH. Segundo a Vigilância Sanitária estiveram em duas ocasiões em minha casa e não encontraram ninguém. E numa terceira vez me encontraram quando saía atrasado para o trabalho e me neguei a recebê-los naquele momento, e disse-lhes que agendassem comigo uma visita ou só com um Mandado. No dia fatídico, fui ameaçado de ser algemado quando protestei! Jamais havia visto tantos policiais até mesmo para prender bandidos! Apelei ao Juiz, através de meus advogados (Drª Valmira e dr. Alan), e meus animais foram liberados do CCZ com a condição imposta pelo Ministério Público de que não voltassem para minha casa. Muito estranho, pois a promotora de Justiça do Meio Ambiente (drª Lílian Marota) não só me conhecia, como também sabia onde trabalhava e minha função na Secretaria de Meio Ambiente. Sabia também que estava em campanha para levantar recursos para financiar um imóvel e me mudar com os animais. Agora todos os meus cães estão em hoteizinhos, clínicas veterinárias e casas de amigos. Quatro deles não voltaram, pois foram mortos no CCZ onde deveriam estar em segurança. Duas das minhas cadelas (Cindy Bela e Odete) morreram nos dois primeiros dias vítimas de brigas. Não foram socorridas à tempo, pois o CCZ não mantém plantonista. Foram encontradas pela manhã já sem vida!Uma clínica, hospital veterinário ou um hotel para cães tem que por força da Lei manter um veterinário plantonista. Porém, o CCZ não mantém! Os outros dois (Maximilian e Fofão) foram sacrificados por ENGANO (segundo o CCZ e a Secretaria Municipal de Saúde), pois aguardavam ainda a contra prova do exame de Leshimaniose.

Estou em busca de um lar para meus animais e minha família. Tem que ser um imóvel (para aluguel ou financiamento) em área não adensada (sem muitas residências no entorno), e que também não seja muito distante, pois trabalho o dia todo fora!
Quem puder ajudar com um pouquinho que seja, poderá fazê-lo nas contas bancárias abaixo, para pagamento das despesas (que não são poucas) e aquisição de um imóvel para levar os animais.


CEF: Agência: 2333 - Operação: 001 - Cc: 45.001-9 BB: Agência: 3857-1 - Cc: 20.022-0 - Itaú: Agência: 0637 - Cc: 62.754-8
MUITO OBRIGADO!!!


terça-feira, 23 de novembro de 2010

Texto da amiga Sueli para o concurso "Mineiros de Ouro"

Nossa amiga Sueli, engenheira, participante do curso de extenção da secretaria de Meio Ambiente "BH Itinerante", escreveu este lindo texto para o concurso "Mineiros de Ouro" do portal DZAÍ. Valeu Sueli!!! Obrigado pela indicação e pelo carinho.
Por favor acessem e deixem comentários
http://www.dzai.com.br/leli/noticia/montanoticia?tv_ntc_id=39974

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Mineiros de Ouro – "Franklin com um quê de Francisco"
Determinar as parcelas de tempo e dinheiro que irá distribuir entre as suas necessidades e as dos seus animais não é tarefa fácil para Franklin Oliveira, que não pensa duas vezes quando o assunto é salvar algum animal em perigo. Há 10 anos como servidor público em Belo Horizonte, sendo dois deles na secretaria de meio ambiente, Franklin desenvolve trabalhos na área de educação ambiental. As suas atividades junto aos animais já completaram a marca de 30 anos.
Foi assim que, durante uma visita orientada no bairro Granja de Freitas, o monitor do curso de extensão da prefeitura não teve dúvida ao ver um casal de jumentinhos em condições precárias e abandonou seu posto por alguns instantes para reverter o futuro cruel dos pobrezinhos. Foi até o proprietário e resgatou os dois por R$650,00, dinheiro que já estava comprometido com a compra de ração e remédio para os outros 60 bichos que tem em casa. Agora, José e Maria, assim batizados por ele, estão temporariamente em um “hotel”, o que lhe gera mais despesas, enquanto aguardam algum fazendeiro para adotá-los e levá-los para um lugar maior.
Esta é apenas uma história das muitas na bagagem do nosso herói, acostumado a encontrar na porta de casa um gatinho, ou um punhado deles, uma cadelinha ou até mesmo um passarinho, deixados por pessoas que sabem que dali a ajuda virá com certeza.
Uma das atividades triviais para Franklin é o resgate de cães no Ribeirão Arrudas. Para isso conta com a eventual ajuda dos Bombeiros e voluntários. Mas não se intimida quando a ajuda não aparece: coloca suas botas emborrachadas, desce ao leito do ribeirão e vai sozinho à busca do animal. Diz que é uma das suas tarefas mais difíceis porque os animais, cansados e assustados, têm medo e fogem dos seus salvadores. Após os resgates outra batalha se trava, pois cuidar dessa “gente” toda não é fácil. Muita barriga para alimentar, muita sujeira para limpar, muito remédio para ministrar e, quando sobra um tempinho, banho na moçada!

A colaboração de veterinários e defensores é imprescindível. Depois de tratados, limpos, vermifugados e castrados, os animais são preparados para serem doados na “Feira do Melhor Amigo” que Franklin mesmo promove e que acontece em diferentes bairros de Belo Horizonte.
Um detalhe importante é que todos têm nomes escolhidos por Franklin que, orgulhoso, mostra as fotos e narra as aventuras que cada um viveu até estar em porto seguro. Infelizmente, alguns não resistem aos maus tratos. Mas são poucos.
E assim, Franklin vai colecionando histórias e amigos, ajudando a gente a refletir que ainda há gente assim, com um jeitinho de São Francisco. Felizes das pessoas e dos animais que cruzam o caminho deste mineiro de ouro! As pessoas podem conferir seu trabalho e conhecer (e adotar) os animais através de seu blog: www.franklineumassim.blogspot.com ou falar diretamente através do (31) 9676-0099. A ajuda é sempre bem-vinda!

2 comentários:

Carolls disse...

Ei Franklin, eu sou prima da Sueli, e tb postei no meu blog!
Tomara que tenha sorte e consiga mta ajuda para seus cachorrihos!

http://www.dicasporai.com/2010/11/animais-de-estimacao-em-adocao-em-belo.html

Abraços!

Franklin é um Assis disse...

Valeu Carol!
Já está dando resultado sim. Recebi o contato de três pessoas que vão ajudar.
Muito obrigado!

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